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Hino do Ginásio do Norte Goiano - Isabel Dias Neves (Belinha)
Hino do Ginásio do Norte Goiano (Colégio Dom Orione)
Profª Isabel Dias Neves (Belinha)
A juventude do Norte de Goiás
Se ufana e canta a alegria de viver
Neste Ginásio que é luz, vida e calor
Morada santa do bem e do saber
Salve Ginásio do Norte goiano,
Verde esperança de imenso rincão,
Tu és suave forjador das almas,
Tu és o sol de nossos corações.
Vibrante jovem tocantinopolino,
És esperança risonha do porvir,
Faze da ciência revolução de Paz,
Constrói em ti sacrários de verdade.
À Providência Divina agradecemos
Em nos doar baluarte só de fé
Que vive à sombra do pai Dom Orione,
Memória eterna de exemplo e caridade.
Profª Isabel Dias Neves (Belinha)
A juventude do Norte de Goiás
Se ufana e canta a alegria de viver
Neste Ginásio que é luz, vida e calor
Morada santa do bem e do saber
Salve Ginásio do Norte goiano,
Verde esperança de imenso rincão,
Tu és suave forjador das almas,
Tu és o sol de nossos corações.
Vibrante jovem tocantinopolino,
És esperança risonha do porvir,
Faze da ciência revolução de Paz,
Constrói em ti sacrários de verdade.
À Providência Divina agradecemos
Em nos doar baluarte só de fé
Que vive à sombra do pai Dom Orione,
Memória eterna de exemplo e caridade.
O caminho do pão - Belinha Neves
O caminho do pão
O trote do velho burro
é cansado, na vereda.
O babaçu que balança
é chumbo e fogo no seu lombo
rasgado pela espora.
Com o gemido espasmódico,
pelo rabo lhe escorre
massa fresca com (o)dor.
Para trás, finca o estrume.
Bem atrás, fala o chicote:
vida e morte se abraçam.
E o suor do roceiro
se (re)parte entre aqueles
que não roçam.
Belinha Neves
Pedaço do mundo - Belinha Neves
Pedaço do mundo
Quero beber a luz que vitaliza,
quero abraçar a lua cheia e a brisa,
quero beijar a mata não pisada,
quero engolir o rio e a madrugada.
Quero apagar a dor mais traiçoeira,
quero limpar o poço e a poeira,
quero matar o algoz que me tortura,
quero lavar da mente esta loucura.
Quero descer a escada não pisada
e cultivar o solo, de mãos dadas:
desnudar os mistérios, um a um,
e ser uma planta de raiz comum.
Isabel Dias Neves (Belinha)
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